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    Professor de Enfermagem do Grupo UniEduK fala sobre “Dependência Química e o impacto na saúde mental” em entrevista

    No Programa Mais Saúde, o orientador pedagógico do curso de Enfermagem, Professor Alexandro Marcos Menegócio falou sobre “Dependência Química e o impacto na saúde mental”. Tema também foi matéria para o Jornal Mais Expressão
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    Dependência química e o impacto na saúde mental
    Dr. Eduardo Santos conversou sobre o assunto com o especialista, Alexandro Marcos Menegócio
    O Programa Mais Saúde do Grupo Mais Expressão apresentado pelo médico intensivista, Dr. Eduardo Santos, recebeu o [orientador] pedagógico do curso de Enfermagem do Grupo UniEduK e docente, Alexandro Marcos Menegócio, que explicou sobre a dependência química e o impacto na saúde mental. 
    O especialista começou a entrevista enfatizando que a dependência química é uma doença e que deve ser tratada, não somente por profissionais, mas também com a ajuda da família. “A dependência química é um processo longo e se dá por ordem emocional e social, por isso o tratamento deve ser feito pelos profissionais através de medicamentos e ajuda psicológica, e a família deve ter uma escuta harmoniosa e um olhar acolhedor”, explica. 
    Segundo Menegócio, a dependência química acontece porque determinadas substâncias acionam o sistema de recompensa do cérebro que vai, com o tempo, se interessando somente pela sensação de prazer provocada pela droga. “A depressão e a ansiedade conduzem as pessoas na busca de aliviar esse sofrimento, porém quando se entra no ciclo vicioso, o que antes causava sensação de prazer, agora leva a pessoa a sentir uma depressão profunda”, esclarece. 
     
    FATORES DE RISCO 
    Determinadas características ou situações podem aumentar ou diminuir a probabilidade de surgimento e/ou agravamento de problemas com as drogas. No entanto, os fatores de risco não são necessariamente iguais a todos os indivíduos e podem variar. Entre eles: genética, transtornos psiquiátricos, falta de monitoramento dos pais, ciclo de amizade, frustação na vida profissional ou amorosa, entre outros. “É importante que família esteja atenta aos sinais e que tenha uma conversa aberta e tranquila, sempre mostrando que está oferecendo ajuda”, disse o especialista. “Sempre ter uma postura de acompanhamento e de busca ao tratamento, pois muitas famílias não entendem que a dependência química é uma doença e deve ser tratada em um ambiente hospitalar”, enfatiza.
     
    RECONHECER A DOENÇA
    Reconhecer o problema é um grande passo dado. Mas para isso, a pessoa necessitará buscar pessoas próximas em que possa construir relações de confiança. Assim, quanto mais informações e conhecimento sobre seu problema, maior será a chance de tratamento. “O tratamento é um processo longo que pode incluir medicamentos e internação em hospital psiquiátrico ou em uma comunidade terapêutica”, explica Menegócio. 
    Segundo ele, a recaída ou lapso podem ocorrer. “O paciente pode ter uma recaída, após um ano de tratamento. Mas, isso não quer dizer que ele não esteja sendo tratado da forma correta. O vício é muito difícil de ser tratado, por isso nem o paciente e nem a família devem desanimar ou desistir”, disse.
     
    JUVENTUDE
    O [orientador pedagógico] conta que estudos apontam que a juventude atual tem maior probabilidade de se tornar um dependente químico, pois em alguns casos os jovens são criados pelos pais em uma espécie de bolha, onde a palavra “não”, não existe. “Essa pessoa não está acostumada a escutar um não e nem se frustrar, pois os pais sempre estão atentos para que o seu filho não se decepcione, porém isso faz com que esse jovem não saiba lidar, mais tarde, com os vários ‘não’ que a vida vai lhe dar”, explica. “E é exatamente nessa frustração que muitos jovens podem recorrer às drogas para aliviar o sentimento de decepção”. 
    Menegócio enfatiza que é importante os pais ficarem alerta quanto aos possíveis sinais como: irritabilidade, agressividade, isolamento, ciclo de amizade, depressão, pois os sintomas podem estar relacionados ao isso de drogas. “A orientação é que caso alguém da família tenha desenvolvido algum sintoma que uma conversa franca seja aberta entre os familiares, porém que seja de forma harmoniosa e com um olhar acolhedor”, finaliza. 
    O Programa Mais Saúde com Dr. Eduardo Santos é veiculado todas às quartas- -feiras, às 20h, ao vivo, através da página do Jornal Mais Expressão, no Facebook.
    Assista e entrevista na íntegra: Entrevista professor Alexandro Menegócio – Dependência química e o impacto na saúde mental
     
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    Créditos Texto e Vídeo: Grupo Mais Expressão

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